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Pais devem ficar atentos



Cerca de 57% das crianças com visão alterada mostram-se desatentas, agitadas e têm dificuldade de aprender. Os dados fazem parte do levantamento do Instituto Penido Burnier, de Campinas, que analisou 36 mil crianças entre de 3 e 8 anos. O oftalmologista e coordenador do estudo Leôncio Queiroz Neto, alerta que o primeiro exame oftalmológico deve ser aos três anos. Em casos de pais míopes, o teste deve ser antecipado para os dois anos. Ele lembra que assim que nasce, a criança deve fazer o teste do olhinho. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 12% das crianças em idade escolar precisam usar óculos, entretanto 80% nunca fizeram exame. A falta de óculos pode levar ao estrabismo e ambliopia, - desenvolvimento desigual das vistas – que é a maior causa de cegueira infantil.

Fonte: O Dia (RJ)
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Estresse infantil: 80% das crianças têm algum sintoma



Pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma-BR), que trabalha a prevenção e o tratamento do estresse, apontou que oito em cada dez crianças têm manifestações psicossomáticas e apresentam problemas de saúde para os quais não há causa clínica determinável. A presidente da Isma-BR e doutora em Psicologia, Ana Maria Rossi, supervisionou o levantamento, realizado com 220 crianças de sete a doze anos em Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). Entre os sintomas físicos resultantes do excesso de tensão, foram citados dores musculares (dor de cabeça e de barriga), distúrbios do sono (pesadelo, sono agitado e insônia), diarreia, constipação, enjoos e náuseas. Os resultados apontam a rotina atribulada como uma das principais causadoras da tensão entre os pequenos.

Fonte: Folha de Londrina (PR)

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Jovens ingerem álcool cada vez mais cedo

Número de garotas entre 12 e 17 anos que ingerem bebida alcoólica chama atenção em pesquisa.
O Centro Brasileiro de Informação sobre drogas psicotrópicas (Cebrid) divulgou que nos últimos quatro anos aumentou em 50% o número de mulheres que ingerem bebidas alcoólicas no Brasil. O que chama a atenção é que essas mulheres são cada vez mais novas, com idade entre doze e 17 anos. A pesquisa do Cebrid revela também que é na região Nordeste do país que se concentra o maior índice de dependentes alcoólicos. Segundo os especialistas, o vício alcoólico é uma doença que não é diagnosticada rapidamente e a maioria dos pacientes demora a procurar ajuda, por não enxergar que está dependente.

[Folha de Pernambuco

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Drogas: inimigas da vida

O que é o que é?
Está entre a infância e a idade adulta e acontece quando temos entre 12 e 18 anos?


Quem respondeu adolescência, acertou. É uma fase de muitas mudanças, em que começamos a perder alguns privilégios da infância para adquirir responsabilidades que vão nos preparar para a etapa seguinte, em que seremos considerados adultos.
É, de fato, um período muito especial, cheio de novas experiências e descobertas! Por outro lado, é também uma etapa bem delicada. É comum, por exemplo, os jovens se afastarem da família para mostrar que já conseguem se virar sozinhos, sem a ajuda dos pais. E aí mora o perigo: agindo assim, os adolescentes ficam mais vulneráveis e se expõem a maiores riscos. Um deles é o uso de drogas, tanto as consideradas lícitas, como o cigarro e o álcool, como aquelas que são proibidas, caso da maconha e do crack, por exemplo.
A triste notícia é que o consumo de drogas está começando cada vez mais cedo. Em entrevista ao Portal Aprendiz, o psiquiatra Jairo Bouer explica que "a criança está exposta a vários tipos de drogas desde pequena: cresce vendo o pai chegar em casa e beber uma dose para relaxar, a mãe que toma um remédio para emagrecer e a avó que toma calmante para dormir. Quando chega na adolescência, vai se perguntar o porquê de não usar também. Por isso, é preciso ficar atento às atitudes dentro da própria casa", advertiu.
E vale lembrar: quanto mais cedo o jovem tem contato com a droga, maior é o risco dele se tornar usuário frequente. “Hoje, eles têm contato com o álcool aos 11 anos, com cigarro aos 12 e com a maconha aos 13", disse o médico.

Drogas na escola

Um dos ambientes onde acontece o primeiro contato com as drogas é a escola. Distantes da vigilância dos pais, as crianças e jovens se sentem mais à vontade para experimentar coisas novas. Tanto que muitos traficantes costumam ficar por perto de escolas só esperando uma chance para se aproximar. E, nessa hora, vale lembrar aquele precioso conselho de mãe: “Não converse com estranhos”.
O problema é que nem sempre são estranhos que oferecem drogas aos adolescentes. Às vezes, numa festa da "galera" da escola, surge aquele colega oferecendo um cigarrinho de maconha ou um lança-perfume. De acordo com especialistas, o principal motivo que leva o jovem a experimentar drogas é a curiosidade. Outro motivo é simples: "se todo mundo está fazendo, eu quero fazer também".
Lembre-se sempre, plenamigo: ninguém precisa ser igual ao amigo ou agir igual a todo mundo para ser aceito no grupo. Muita gente acredita que o consumo esporádico de drogas não faz mal.
Errado.
Todas as drogas prejudicam a saúde, perturbam os estudos e alteram o humor. E o mais preocupante: ninguém sabe com antecedência se vai ou não se tornar um viciado.
Uma pesquisa feita pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), que ouviu cerca de 50 mil estudantes de escolas públicas, constatou que eles estão usando drogas cada vez mais precocemente. Crianças de 10 anos de idade já começam a ter contato com as drogas - e o álcool, na maioria das vezes, é a porta de entrada para o vício.
"De um lado, há uma série de pressões culturais e sociais para que o jovem beba. De outro, existe a curiosidade e a necessidade de experimentação inerentes à fase da adolescência. Essa combinação faz com que a maior parte dos jovens já tenha bebido antes de sair do ensino médio", analisa o psiquiatra Bouer.
E aí já dá até pra imaginar o resultado no desempenho escolar. Alunos que usam drogas faltam muito e tiram notas baixas. Além disso, o relacionamento com os amigos também pode ser prejudicado por causa das drogas.
Apesar de a legislação brasileira permitir o uso de bebidas alcoólicas somente a partir dos 18 anos, 90% dos estudantes entrevistados afirmaram que elas são facilmente adquiridas.
"Tive que sofrer para perceber"
O publicitário Jorge Borges, que mora em Brasília, é um exemplo do que dizem as pesquisas.
Hoje com 34 anos, ele conta que luta para se livrar da dependência do tabaco. O vício começou na escola quando ele ainda era adolescente. Acompanhe a entrevista que o Plenarinho fez com ele.
Plenarinho: Com quantos anos você experimentou cigarro pela primeira vez?
Jorge: Com 15 anos.
P: Como foi?
J: Eu estava na escola e meus colegas me ofereceram. Eu achava bonito e queria fazer parte da turma e acabei experimentando. Na primeira vez eu lembro que fiquei tonto e quase caí no chão.
A partir daí, não parei mais de fumar.
P: E como você fazia para comprar cigarro, já que crianças e jovens são proibidos de comprar?
J: Eu usava o dinheiro do lanche. Infelizmente o vendedor não respeitava as leis e vendia pra gente, apesar de todo mundo ter menos de 18 anos. Meus pais logo descobriram e me proibiram de fumar, mas eu continuei fumando escondido. Foi muito ruim porque acabei brigando com eles.
P: Hoje em dia, o que vcê acha disso?
J: Hoje eu acho que fiz uma grande besteira. Além do dinheirão que já gastei com cigarro, tenho sérios problemas de saúde. E o cigarro ainda me abriu as portas para outras drogas.
P: Que conselho você dá para as crianças que vão ler esta entrevista?
J: Eu diria pra elas nunca experimentarem cigarro, nem nenhuma outra droga! Mesmo que seus colegas fumem e que pareça divertido, não caia nessa, pois o cigarro não traz absolutamente nada de bom. Se por acaso você estiver passando por problemas emocionais, como acontece com muitos adolescentes, converse com seus pais, pois são eles quem melhor pode ajudá-lo. Somente longe das drogas é possível ter uma vida saudável e feliz. Infelizmente eu tive que sofrer para perceber isso. Mas garanto que aprendi a lição.

Campanhas

Por mais que se fale que as drogas fazem mal e que devemos ficar longe delas, temos que admitir que muitas vezes é difícil resistir às propagandas que tentam nos vender esses “produtos”. O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defende a diminuição das campanhas publicitárias de bebidas alcoólicas. Para o ministro, é importante educar o jovem e as crianças em relação ao perigo de misturar álcool e direção. E a propaganda de cerveja continua sendo um fator de estímulo ao grande consumo de bebida.
O assunto é tema do Projeto de Lei 2733 de 2008, que aguarda votação na Câmara. O deputado Nazareno Fonteles, do PT do Piauí, também quer barrar o marketing das cervejarias, aqueles cartazes com gente famosa segurando a cerveja. Para o deputado, a cerveja é um problema. O diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde, Otaliba Libânio Neto, falou que desde 2006 o consumo de álcool não para de crescer e é considerado pelo Ministério da Saúde uma das maiores preocupações nos dias de hoje.
O crack também é motivo de preocupação. Tanto que, em janeiro deste ano, o governo federal lançou uma campanha de alerta e prevenção contra o uso dessa droga, que é derivada da cocaína e possui alto grau de dependência.
Segundo pesquisa recente feita pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), 0,1% da população do país consome a droga. O índice é bem menor se comparado ao do álcool, tabaco, maconha e cocaína, mas os danos causados pelo crack são tão graves que essa percentagem já é preocupante.
FONTE:www.plenarinho.gov.br

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O valor da Educação Física


Como você já deve estar careca de saber, a prática regular de uma atividade física ajuda a emagrecer e a deixar músculos e ossos mais saudáveis, além de deixar a pessoa mais resistente, disposta, concentrada... Nas escolas, então, a educação física e o esporte escolar podem ter ainda outro papel: melhorar o rendimento nos estudos.
É isso mesmo! Como explica Rossana Benck, especialista em Psicologia do Esporte e professora da Universidade de Brasília, a educação física ajuda os alunos a aprenderem melhor o conteúdo ensinado na escola. Isso porque, antes de aprendermos a falar, nos comunicamos com o corpo. -- É importante trabalhar o corpo primeiro, para aprender a lidar com ele. Depois é que podemos raciocinar melhor, ter mais atenção e mais concentração para aprender -- diz ela.
Para que essa aprendizagem seja bem eficaz, as crianças devem ter aulas de educação física desde cedo, de preferência já na Educação Infantil. E quanto mais as crianças têm essas aulas, melhor para elas. -- Quando a criança tem até 6 anos, é preciso fazer atividade física várias vezes por semana, para que ela possa desenvolver melhor o raciocínio -- explica a professora. -- Por exemplo, em países ricos como Canadá e Austrália, já se pensa em oferecer educação física todos os dias da semana. Aqui no Brasil, os alunos têm essas aulas, no máximo, duas vezes por semana.

Educação inclusiva

A educação física também pode ser muito interessante nas escolas inclusivas, que são aquelas que aceitam alunos com necessidades especiais (estudantes que usam cadeiras de roda para se locomover, por exemplo). No caso dessas crianças, a educação física pode ajudá-las a interagir com os outros alunos e ser uma maneira de melhorar a auto-estima e a coragem. -- Essas crianças precisam de estímulos o tempo inteiro. E quando isso acontece, elas passam a ter uma facilidade muito maior para aprender -- declara a professora Rossana.

Na infância
E como devem ser as aulas de educação física para crianças pequenas? Segundo a especialista, o ideal é que sejam trabalhadas habilidades fundamentais (mover os braços, andar, correr), para o aluno aprender como o ser humano se movimenta. O professor pode, então, usar cones, redes, bolas e paredes para criar diversas atividades. A plenamiga Gabriela Madureira, por exemplo, que estuda no 2º ano do Colégio Marista de Taguatinga, brinca com petecas e bambolês na educação física. -- Eu adoro as aulas. Não tem nenhum dia que eu não goste de fazer -- diz.
Em muitos casos, no entanto, não é isso que acontece. Pelo contrário, as crianças já começam jogando esportes, escolhendo times, aprendendo regras. Aquelas que têm menos jeito para os jogos esportivos acabam se sentindo tristes, envergonhadas ou humilhadas pelos colegas mais habilidosos. Muitos aluninhos demonstram o desejo de faltar às aulas de educação física.
Na opinião da ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei e presidente do Instituto Esporte e Educação, Ana Moser, o esporte na escola deve trabalhar a educação, e não a competição. -- A competição envolve exclusões, porque existem os alunos que jogam melhor e os que jogam pior -- explica ela.
A professora Rossana Benck concorda: -- Esse jeito de trabalhar a educação física não é legal. A criança é exposta muito cedo a comparações, a acertos e erros, a regras, a vergonhas. Para ela, é importante que o aluno desenvolva, primeiro, um conhecimento do próprio corpo e de seus limites. Só depois viria o jogo.

A Câmara e a Educação Física
A Câmara dos Deputados reconhece a importância da educação física. Para discutir esse tema e propor políticas públicas para um ensino de Educação Física com qualidade, foi realizado o “Seminário Educação Física e Esporte Escolar – Da formação à Competição”, que aconteceu no dia 13 de maio. A ideia de promover o evento foi do deputado Gilmar Machado, do PT de Minas Gerais.
Vieram para o evento professores e estudantes da área de Educação Física, além de instituições, deputados e pessoas da área de saúde. Durante o seminário, foi discutida a importância dessa matéria e propostas para deixá-la ainda melhor -- até porque o ano de 2009 foi eleito pelo Conselho Federal de Educação Física (Confef) como o "Ano Nacional da Educação Física Escolar".
A Associação Atlética de Santa Maria, do Distrito Federal, também trouxe representantes para participar do seminário. A entidade tem conseguido tirar crianças e jovens das drogas e da violência, oferecendo aulas de esportes à comunidade carente. Leia a nossa reportagem para se informar sobre o assunto.

Políticas públicas

Depois do seminário, o deputado Afonso Hamm, do PP do Rio Grande do Sul, presidente da Comissão de Turismo e Desporto, apresentou um documento chamado "Ações e Políticas Públicas para Educação Física e Esporte Escolar", fruto do seminário. No texto, a Comissão reconhece a importância de uma série de medidas, como: assegurar que os alunos do Ensino Fundamental tenham aulas de educação física pelo menos 3 vezes por semana; exigir a atuação de um profissional formado em Educação Física como professor; criar, ampliar e manter espaços adequados para a atividade física nas escolas, entre outras.
Além disso, está em estudo na Câmara o Projeto de Lei 4398 de 2008, que exige que os professores de educação física tenham ensino superior na área concluído. Segundo o deputado Eliene Lima, do PP de Mato Grosso, autor do projeto, o cuidado com a saúde e o desenvolvimento do aluno requer um profissional devidamente habilitado para dar as aulas. O Plenarinho já tratou desse assunto aqui.
E você, plenamigo, gosta das aulas de Educação Física? Escreva para nós e fique ligado no nosso portal. Quem sabe essas medidas que foram discutidas por aqui não viram leis e acabam fazendo parte do seu dia-a-dia?

Fonte: plenarinho.gov.br
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O grande desafio junto aos jovens



Saber a hora e como falar sobre sexualidade com as crianças e adolescentes é fundamental para o seu desenvolvimento sadio

A diretora executiva da Childhood Brasil, Ana Maria Drummond, lembra, em artigo, que a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2009 mostra que 22% dos adolescentes iniciam a atividade sexual aos 15 anos de idade e que não utilizam preservativos ou o fazem de modo inadequado. Dessa forma, as consequências podem chegar à gravidez precoce, à contração de uma DST ou de aids e, na maioria das vezes, à evasão escolar. Para ela, todo jovem tem direito a uma sexualidade segura. “Nos dias de hoje contamos com diversas publicações que tratam da sexualidade de forma adequada e falar de sexo com nossos filhos não significa que os estamos incentivando a ter relações precocemente, mas, sim, possibilitando que aumentem suas chances de um desenvolvimento sexual saudável e feliz. Esse diálogo deve ser feito em casa e continuado na escola de forma programática”, sustenta.

Fonte: Jornal da Tarde

Adolescentes ganham site sobre uso seguro da Internet


Fonte: SaferNet Brasil


Dos atuais 80 milhões de usuários de Internet no Brasil, 12% tem entre 6 a 14 anos, segundo dados da ComScore (2010). Para orientar este público sobre como navegar com segurança, a SaferNet lança um site recheado de jogos, vídeos, cartilhas, jogos e muito mais!
Indicadores da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2012 revelam que a Internet está cada vez mais presente no cotidiano de meninos e meninas. 70% das crianças/adolescentes no Brasil têm perfil próprio nas redes sociais, sendo que o uso é intenso mesmo entre as crianças com menos de 13 anos.

Desta forma, os riscos on-line preocupam, pois a maioria desses jovens coloca em seu perfil foto que mostra claramente seu rosto (86%) e deixa seu sobrenome exposto (69%), podendo navegar nas redes sociais quando quiser, sem acompanhamento dos pais (63%). Entre crianças de 9-10 anos, 6% já tiveram contato na Internet com alguém que não conhecia pessoalmente, entre 11-16 anos, este número sobe para 26%.

Assim, dentro das comemorações do Dia Mundial da Internet Segura, celebrado nesta terça-feira (05), a SaferNet Brasil lançou um site exclusivo para adolescentes sobre o uso seguro da web. Disponível no endereço http://netica.org.br/adolescentes, o portal interativo oferece ao público teen noções de segurança e autocuidado na rede. Tudo isto em um espaço atraente recheado de cartilhas lúdicas com dicas; pesquisas sobre hábitos de navegação, jogos, HQs, vídeos e quiz.

A preocupação da SaferNet Brasil é educar os adolescentes para o uso seguro, responsável e ético da Internet, favorecendo a participação juvenil e o engajamento cidadão. Portanto, além de disponibilizar este novo site, a SaferNet oferece o canal de orientação HelpLine Brasil (www.canaldeajuda.org.br) para internautas que estejam vivenciando alguma situação de perigo e risco na rede. O atendimento é feito por uma equipe de psicólogos e pode ser realizado via chat ou e-mail. O contato por chat está disponível nos dias úteis (segunda à sexta) das 13h às 19h. Já a orientação via e-mail pode ser solicitada ininterruptamente (24h por dia, todos os dias da semana) e a equipe responde às mensagens em até 2 dias úteis.

Em apenas seis meses em funcionamento, o serviço online recebeu quase mil pedidos sobre perigos na Internet. Ciberbullying é prática que demanda maior número de atendimentos. 80% dos relatos sobre encontros virtuais foram de meninas e de cada 5 relatos de suspeita de aliciamento sexual infantil, um envolve menino. Todos os indicadores estão no infográfico disponível em http://www.safernet.org.br/site/webline/infografico

O diretor de prevenção da SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm, chama a atenção para necessidade de oferecer condições para que crianças e adolescentes possam navegar com segurança. “Precisamos lembrar que facilidade para usar a rede não significa, automaticamente, que este público esteja amadurecido e tem condições de auto avaliação crítica sobre os limites. Mediar a navegação e estabelecer limites não é proibir, mas pelo contrário, estimular o exercício responsável da liberdade e autonomia também na internet. Estes estímulos podem vir da escola, da família, das empresas de internet e das politicas públicas, sites educativos, de forma complementar e não exclusiva.”, explica o psicólogo.

Além do lançamento do site exclusivo para adolescentes, a SaferNet, em comemoração ao Dia Mundial da Internet Segura, realiza uma série de ações que marcam a data. O Hangout (vídeo debate) Debate Cidadania na Internet: o que fazemos e o que queremos? ocorreu nesta terça-feira (05), às 16h, com a participação do jornalista e comunicador de TV Marcelo Tas, do Deputado Federal Jean Wyllys e da Ministra dos Direitos Humanos da Presidência da República Maria do Rosário. Foram convidados também adolescentes e jovens que praticam a cidadania na Web, como é caso da catarinense Isadora Faber, que relatará sua experiência de criação do perfil Diário de Classe na rede social, destacando o poder da Internet. O debate completo está disponível http://youtu.be/DVboDjR3hx4

Foram lançadas também, em parceria com a Childhood Brasil, as vídeo-aulas “Promovendo os Direitos de Crianças e Adolescentes no Ciberespaço”. O conteúdo tem como público-alvo os educadores que contarão com mais um recurso educacional para incluir a temática em sala de aula.

Outra novidade é o Concurso “Dia da Internet Segura 2013”, que conta com a parceria da GVT. A ideia é incentivar a participação de adolescentes e jovens nas campanhas de promoção do uso responsável e seguro da Internet, debatendo a questão da Cidadania na Web. Os participantes deverão criar vídeos, de até 2 (dois) minutos, que ilustrem o tema do Dia Mundial da Internet Segura 2013: "Direitos e Deveres Online: conecte-se com respeito". A premiação inclui tablets, câmeras fotográficas, pendrives e kits da SaferNet Brasil. O edital está disponível no site oficial do evento: www.diadainternetsegura.org.br

A Polícia Federal, em 27 estados brasileiros, também participou do Dia Mundial da Internet Segura. Agentes percorreram escolas, lan houses, centros de inclusão digital e cidadania, dentre outros espaços, para realizar uma ação educativa, distribuindo materiais educativos e orientando usuários e os responsáveis por esses espaços sobre como navegar com segurança e responsabilidade. O mapa com todas as atividades presenciais programadas para o Dia está disponível em: http://www.safernet.org.br/divulgue/eventos/

Já estão confirmadas cerca de 60 atividades de mobilização para a data que tem como proposta enfatizar a importância de comportamentos responsáveis e do exercício da cidadania também na web. Desde 2009, a SaferNet coordena o evento no Brasil, sendo este o 5º ano consecutivo. Para consultar ou cadastrar novas atividades na Agenda Nacional do evento, basta acessar www.diadainternetsegura.org.br.

As ações do Dia Mundial da Internet Segura no Brasil contam com a parceria de diversas instituições, tais como: Petrobras, GVT, Childhood Brasil, Google Brasil, Polícia Federal, Ministérios Públicos, Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, dentre outras. A SaferNet Brasil tem disponibilizado gratuitamente para as instituições parceiras dezenas de kits com materiais educativos e de prevenção aos crimes cibernéticos

Contatos:

Assessoria de imprensa da SaferNet Brasil:
Donminique Azevedo: (71) 3235-5910 / (71) 9136-1618
donminique@safernet.org.br


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Quase dez milhões fora da escola



Levantamento feito com base na última Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad) mostra que em todos os estados brasileiros pelo menos 9,8 milhões de crianças de até quatro anos não frequentam instituições de ensino. Os estados da região Norte estão em pior situação. Em Rondônia, o índice chega a 86,1%, no Acre, 85,5%; e no Amazonas, 84,5%. A média nacional é de 72,2%. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), seriam necessários R$ 33,9 bilhões para atender a demanda (R$ 10 bilhões só para contratação de novos professores). Seria indispensável, ainda, investimento em 41,5 mil estabelecimentos de ensino, criação de 755 mil salas de atividade e contratação de 1,5 milhão de profissionais.

Correio Braziliense
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A importância do brinquedo na saúde e na educação



Você sabia que a brincadeira é tratada com muita seriedade pelos deputados? É verdade. A Comissão de Legislação Participativa da Câmara até realizou, no dia 10 de agosto, um seminário, chamado “Brinquedoteca: A Importância do Brinquedo na Saúde e na Educação”, para debater o assunto com mais de 300 especialistas (educadores, assistentes sociais, psicólogos, médicos, jornalistas e parlamentares, entre outros interessados).
Na abertura do evento, o deputado Leonardo Monteiro (PT-MG) afirmou que brincar é um ato de sobrevivência humana. "Brincar e jogar são fundamentais para a saúde física e mental, principalmente para estimular a criatividade", disse. A própria ciência confirma que, mais que distrair e divertir, as brincadeiras ajudam no desenvolvimento das crianças!
A nossa repórter Xereta, a Légis e o Zé Plenarinho estiveram no evento e descobriram um montão de coisas legais. Olhe só:Brincar é coisa séria.
O ser humano brinca desde os primeiros meses de vida. Se alguma vez você observou um bebê bem novinho, com meses ou até mesmo semanas de vida, com certeza percebeu que, no início, ele interage com o próprio corpo, movimenta pernas e braços. Mais tarde, passa a se relacionar com objetos e outras pessoas. "Podemos considerar também que os bebês, ainda na barriga da mãe, têm suas brincadeiras, como chupar o polegar, por exemplo", afirma Dráuzio Viegas, pediatra e professor titular da pediatria da faculdade de Medicina do ABC.
Você já ouviu falar das brinquedotecas? São espaços especiais onde as crianças brincam livremente e recebem o carinho, dedicação e apoio de profissionais. Lá existem muitos brinquedos e jogos educativos para que os pequenos aproveitem bastante. Nos hospitais, as brinquedotecas ajudam no diagnóstico e no tratamento das doenças. "A criança, na brinquedoteca, brinca de dar injeção no boneco, veste-se de enfermeira e, assim, aceita melhor o tratamento", disse Dráuzio Viegas. “As brinquedotecas oferecem um ambiente mais tranqüilizador e dão oportunidade de as crianças fazerem amizade enquanto estão em tratamento”.
Veja um dado interessante que Dráuzio Viegas apresentou: todas as crianças com câncer que freqüentaram brinquedotecas no Instituto de Oncologia Pediátrica (SP) em 2001 aceitaram fazer o tratamento direitinho. Dez anos antes, quando os espaços de brincadeira não existiam nos hospitais, apenas 29% das crianças com câncer aderiam ao tratamento!O médico ressaltou a importância das atividades lúdicas (brincadeiras) para as crianças internadas em hospitais. Ele afirma que brincar melhora a qualidade de vida, mas não há comprovação científica de que a brincadeira aumenta o tempo de vida de crianças com câncer ou com outra doença grave.

Lei obriga hospitais a instalarem brinquedotecas


O seminário de que falamos debateu os efeitos da Lei 1104/05, aprovada em março de 2005, que obriga hospitais públicos e privados do Brasil a instalarem espaços de brincadeiras para as crianças internadas. A lei teve origem num projeto de autoria da deputada Luiza Erundina (PSB-SP). Em entrevista ao Plenarinho, a parlamentar disse que a lei é uma vitória das nossas crianças. “Agora, quando estiverem internadas, elas receberão um atendimento mais humanizado e poderão até se restabelecer e sair do hospital mais rápido”, declarou.

Aprendizado

Cada tipo de brincadeira tem sua importância. "O faz-de-conta estimula a criança a lidar com muitas questões, pois ela comanda a história", diz a professora Edda Bontempo, pesquisadora de brinquedos do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. As brincadeiras de casinha ajudam no aprendizado dos papéis familiares, as de médico e professor estabelecem a importância das profissões. Já andar de bicicleta ajuda a desenvolver o senso de orientação espacial e a coordenação motora.
A professora Nylse Helena da Silva Cunha, presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri), explica que, quando brincam em grupo, as crianças aprendem a pedir emprestado e a respeitar os outros, por exemplo. No seminário, ela destacou a importância dos espaços de brincadeira para dar oportunidade de a criança "mergulhar" em seu brinquedo sem cobrança de desempenho e sem adulto para atrapalhar. Para a especialista, alimentar a inteligência e a criatividade da criança com a brincadeira é tão importante quanto alimentar o corpo com comida.
De acordo com Sandra Kraft do Nascimento, da Associação Brasileira de Brinquedoteca, durante a brincadeira, é possível observar a capacidade de memorização da criança, suas ansiedades e medos, sua forma de lidar com o erro, seu nível de atenção, coordenação e equilíbrio nas atividades. “As crianças dizem muito enquanto brincam”, afirmou. Até as dificuldades e facilidades de aprendizado da criança podem aparecer enquanto ela brinca!

Você sabia?

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara aprovou, no dia 10 de agosto, o Projeto de Lei 4479/04, do deputado Enio Bacci (PDT-RS), que proíbe a venda a crianças ou adolescentes de armas, munições, explosivos e similares, mesmo que de brinquedo e aparentemente inofensivos. Segundo o deputado, as armas de brinquedo podem aguçar a curiosidade por armas verdadeiras, trazendo danos à formação das crianças. O projeto ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
- Junto com esse Projeto de Lei, foi aprovado ainda o Projeto 4826/05, do deputado Jair de Oliveira (PMDB-ES), que altera o Estatuto do Desarmamento, incluindo a proibição da fabricação, venda, comercialização e importação de qualquer tipo de arma de brinquedo ou de cópias de armas de fogo que possam ser confundidas com peças reais.

História do brinquedo
A história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem! Acredita? Pois é, turma, Légis e Zé Plenarinho jogam xadrezmuitos brinquedos que existem hoje nasceram nas grandes civilizações antigas, e vários deles permaneceram inalterados ao longo do tempo. Confira:Do Egito, herdamos o jogo-da-velha, boneca e as bolinhas de gude. Da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas. Da Grécia e da Roma, vieram as pernas-de-pau e as marionetes.
A viagem pela história dos brinquedos nos permite percorrer culturas, estilos, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e ferramentas, relações pessoais. É uma história recheada de curiosidades, inventores criativos, brinquedos que fazem sucesso e fábricas que lutam para se aperfeiçoar.
Originalmente, os brinquedos de todos os povos são originários da indústria doméstica, daquela que se constituía em pequena escala e atendia às necessidades particulares. Uma indústria que não acabou e que até hoje se desenvolve é a dos brinquedos artesanais.
Outra coisa legal é que os brinquedos oferecem possibilidades de experiências variadas, dependendo do material de que forem fabricados - madeira, espuma, ferro, pano ou vinil -; da forma ou do desenho - bonecas bebês ou adultas -; do aspecto tátil (relativo ao toque, ao tato) - bichos de pelúcia ou de borracha -; da cor - panelinhas cor-de-rosa ou pretas; do cheiro e dos sons que porventura emitem.

Outras curiosidades

Bonecas


Unanimidade entre as meninas, as bonecas, até 1930, eram confeccionadas com pano, por costureiras e artesãos. Aos poucos, as bonecas artesanais foram substituídas pelas mais modernas, que cantam, dançam, andam de patins e bicicleta, choram, dormem...

Carrinhos

Feitos de madeira, os primeiros carrinhos surgiram junto Adão brinca com seu carrinhocom os automóveis de verdade criados pela indústria Renault, nos primeiros anos do século XX. Com o passar dos tempos, o material utilizado para a fabricação dos carrinhos mudou, e muito! Hoje eles são feitos de plástico, metal ou acrílico, têm controles moderníssimos, mas os tradicionais carrinhos de madeira ainda podem ser encontrados, dividindo o espaço nas prateleiras das lojas com carrinhos de última geração.

Bolas

Se as bonecas são unanimidade entre as meninas, a bola não é diferente entre os meninos. É o brinquedo mais antigo do mundo e existe há mais de 6.500 anos. As primeiras bolas eram feitas com crinas de animais ou fibras de bambu. A bola de futebol ficou conhecida popularmente no Brasil a partir de 1894, quando Charles Miller trouxe para o País as regras do jogo.

Bichinhos de pelúcia


Fofinhos, macios e gostosos de abraçar, os ursinhos de pelúcia conquistam adultos e crianças com sua simpatia. O primeiro bicho de pelúcia foi criado na Alemanha, em 1903, e se chamava Teddy Bear. Depois dele, inúmeros bichinhos começaram a ser fabricados pelo mundo.

Garantia de segurança


No Brasil, todo brinquedo comercializado deve ter o selo do Inmetro. Você sabia? Para isso, é necessário que ele seja testado pelo Instituto da Qualidade do Brinquedo e de Artigos Infantis (IQB), pelo Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ) ou pelo Instituto Brasileiro de Certificação (IBC). Essas entidades analisam se o brinquedo está dentro das normas de qualidade: se o material não é tóxico (se não contamina ou envenena), se não tem peças que possam ser engolidas, se não machucam...
Cabe às indústrias seguirem as normas para produzir brinquedos seguros e imprimirem as recomendações de uso nas embalagens, assim como cabe aos responsáveis pela criança seguir as instruções e vigiar a brincadeira.

Fonte: plenarinho.gov.br
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Ausência do pai contribui para criminalidade entre jovens



Levantamento feito no Centro Socioeducativo Santa Clara, em Minas Gerais, aponta que 45% dos 55 jovens internados no local foram abandonados pelo pai quando crianças. O índice sobe para 69% após o envolvimento do filho no primeiro delito. Segundo a Secretaria de Estado da Defesa Social (Seds), a amostragem reflete a realidade em todos os 28 centros de recuperação existentes no estado. A diretora da unidade, Ana Selles, explica que para tentar amenizar a situação, psicólogos e assistentes sociais buscam aproximar os jovens dos pais. Segundo ela, são realizadas visitas nas casas das famílias com o intuito de se entender como se dão as relações e que há um trabalho para que o adolescente consiga conviver com a ausência do pai.

O Tempo (MG), Raphael Ramos

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SaferNet divulga pesquisa sobre Internet com educadores e crianças


A Ong SaferNet divulga uma nova pesquisa realizada no segundo semestre de 2009 com 732 educadores e 2159 alunos para conhecer mais detalhes sobre o uso da internet no cotidiano de crianças e jovens. Abordar os educadores é uma forma de saber o que eles sabem e pensam sobre os perigos do aliciamento on-line, do Ciberbullying e dos encontros presenciais com estranhos; que tipo de relacionamentos estabelecem online e quais as carências dos educadores para tratar o tema segurança na Internet. Para 90% dos educadores a Internet e demais tecnologias de comunicação tem efeitos positivos na vida de seus alunos. 69% dos educadores afirmam que usam a Internet todos os dias. Em termos de atividades online preferidas, destacam-se as pesquisas/estudos (87%), seguidas pelo e-mail com 80% da preferência dos professores. O trabalho não é a única atividade online já que 47% também usa sites de relacionamento. Para 77% dos educadores é comum os alunos comentarem em sala de aula sobre o que fazem na Internet, sendo que para 65% dos educadores isso ocorre constantemente. Em relação aos perigos vivenciados por seus alunos, 6% souberam de casos nos quais alunos de sua escola foram vítimas de aliciamento sexual pela Internet. Já em relação ao Ciberbullying, 26% dos educadores já souberam de casos entre os alunos de sua escola. Em relação ao compromisso da escola com a discussão das medidas de segurança online, 99% consideram este um dever da escola, sendo que 67% considera esta uma temática urgente que merece trabalhos permanentes de orientação. No entanto, é preocupante o fato de que 50% dos educadores consideram que não há informações suficientes para trabalhar o tema nas escolas, e 24% não conhece nenhum programa que trate do tema. Quando indagados sobre os recursos que tem para levar o tema à sala de aula, 29% diz que não tem nenhum recurso e gostaria muito de ter e outros 9% não tem e nem sabem como buscar este tipo de recurso. Para 69% dos educadores o que eles mais precisam é de capacitação para uso das tecnologias. Na escolha pelos meios mais práticos para esta capacitação os educadores preferem Oficinas de treinamento nas escolas (44%) e Palestras (30%). Entre os alunos, 69% tem ao menos um amigo virtual (que conheceu pela Internet), sendo que 32% tem mais de 30 amigos deste tipo. 12% dos alunos já namorou ao menos uma vez pela Internet e 11% já publicou na Internet suas fotos íntimas e/ou sensuais. No que diz respeito ao Ciberbullying, 33% afirma que algum amigo seu já foi vítima deste tipo de humilhação na rede. Além dos dados da pesquisa a SaferNet lançará uma Rede Social – Nética - idealizada para fornecer gratuitamente materiais didáticos multimídia aos educadores brasileiros interessados em trabalhar nas escolas temas como ética, cidadania, sexualidade e segurança na Internet. Reconhecendo a grande lacuna entre as gerações no que diz respeito à familiaridade com a Tecnologias e as carências identificadas na pesquisa, a SaferNet oferecerá através da Rede Nética complementos aos materiais que são distribuídos nas formações presenciais que têm sido realizadas em diferentes estados do Brasil em cooperação com o Comitê Gestor da Internet, Ministério Público, Polícia Federal e Secretarias de Educação.

Fonte: SaferNet

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Contaminação por cigarro apagado atinge mais as crianças



Pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que mesmo após apagado, o cigarro continua sendo prejudicial à saúde. O chamado “fumo de terceiro grau” atinge mais as crianças, pois as toxinas deixadas pela fumaça aderem em superfícies como pisos, paredes, carpetes e móveis, podendo persistir por semanas ou meses. Pesquisa anterior apontou que as crianças pequenas são mais suscetíveis a esse tipo de exposição porque brincam e engatinham em lugares contaminados e levam as mãos à boca. Além disso, as partículas ficam nos cabelos e roupas, aumentando o risco especialmente para os bebês. Os pesquisadores apontam a necessidade de desenvolver políticas públicas para combater os malefícios desse tipo de contaminação.
Folha de São Paulo

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Trabalho Educativo


O trabalho educativo está disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente, artigo 68, como forma de atividade de caráter pedagógico, para propiciar o desenvolvimento de habilidades e dons. É uma atividade de formação do adolescente, na acepção ampla da educação, como descrita na Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Discute-se sobre a necessidade, ou não, de regulamentação do dispositivo legal para que ele possa ter ampla aplicação. Ainda que uma regulamentação adequada seja desejável, pode-se retirar das disposições que o integram, os elementos que caracterizam o trabalho educativo, distinguindo-o, de forma clara, do trabalho com vínculo de emprego, da aprendizagem, como descrita na CLT, bem como do estágio.
O trabalho educativo está definido na lei como um programa social sob responsabilidade de entidade governamental ou não-governamental que não tenha fins lucrativos. O objetivo é assegurar ao adolescente condições de capacitação para o exercício de atividade regular remunerada (art. 68, caput). Está descrito como a atividade laboral em que as exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem sobre o aspecto produtivo (art. 68, parágrafo 1°).
A sua caracterização como atividade laboral não permite entender que se trate de trabalho na acepção corrente do termo, uma vez que a ela se somam duas características básicas: a) o caráter pedagógico da atividade deverá sempre prevalecer sobre o aspecto produtivo, ainda que haja algum produto resultante dessa atividade e que este venha a ser comercializado; b) o caráter pedagógico deve estar diretamente relacionado com o desenvolvimento pessoal e social do adolescente, não devendo ser esquecido, nesse contexto, a referência ao adolescente como educando.
O trabalho educativo difere essencialmente do estágio. Com efeito, este se volta a dar efetiva experiência ao estudante acerca do conhecimento teórico obtido, preparando-o para inserção no mercado de trabalho. Difere também da aprendizagem descrita na Lei 10.097/2000, por não conter os elementos que a caracterizam. Realmente, a atividade desenvolvida como trabalho educativo tem por objetivo proporcionar ao adolescente a aquisição de uma habilidade ou o desenvolvimento de um dom, para que tenha condições futuras de, querendo, dele se utilizar como profissão, ocupação, trabalho.
Exemplo disso podem ser os diversos programas voltados ao desenvolvimento musical de adolescentes que, eventualmente, dêem ensejo a apresentações públicas com algum ganho que reverta em favor do grupo e de seus componentes. De igual forma, adolescentes desenvolvendo habilidades como dança, pintura, restauração de objetos de arte, etc, ressaltando, em tais casos, o objetivo da aquisição do conhecimento voltado à sua educação, conhecimento de si e do mundo que o rodeia, a cultura e costumes da sociedade que integra, dente outros.
Fonte - www.pgt.mpt.gov.br




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Uma Boa Conversa Pode Ser Um Bom Começo


Falar sobre drogas nunca é fácil, mas pode ser a principal atitude para não se deixar envolver por elas. Esta é uma das razões para a criação do Viva voz. Mais do que repressão, é preciso compreensão. A informação pode ser decisiva na hora de ajudar familiares de usuários, pessoas que já têm problemas ou até quem não quer usar drogas, sejam legais ou ilegais. Pois, no final das contas, é sempre uma questão de escolha individual, na qual conhecer as conseqüências do uso dessas substâncias pode ser decisivo. E, com uma boa conversa pelo Viva Voz, pode ficar mais simples entender tudo isso.O QUE É O VIVAVOZ?
O VIVAVOZ é um serviço telefônico tipo “call center (central telefônica)” especializado em:- prestar informações científicas sobre drogas- oferecer apoio gratuito para familiares de usuários de drogas- oferecer intervenção breve para as próprias pessoas que já usam drogas e desejam conversar sobre suas experiências- indicar locais de tratamento, conforme a conveniência do cliente.


Quem pode ligar para o VIVAVOZ?

Qualquer pessoa pode nos ligar e sem se identificar, se assim preferir, conversar sobre problemas seus ou da família, solicitar informações e orientação.É Bom Falar com quem Entende.O serviço VIVAVOZ foi concebido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em conjunto com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, o Sebrae-RS e o Sesi-RS.
É uma central telefônica, aberta à população em geral, com orientações e informações sobre as características das drogas psicoativas, sua ação no organismo e também sobre prevenção ao uso e os recursos disponíveis na comunidade para quem precisa de algum tipo de atenção.
Os atendentes passaram por um período intenso de capacitação e durante o atendimento serão ininterruptamente supervisionados por profissionais, mestres e doutores, da área de saúde.
Além de orientar e informar as pessoas que ligam, eles alimentarão um banco de dados que, futuramente, poderá ser usado como fonte para estudantes, professores e profissionais de saúde. VIVAVOZ - Orientação e informações sobre o uso indevido de drogas.

Serviço aberto para toda a população;
Totalmente gratuito;
Não é preciso se identificar;
Profissionais de Recursos Humanos, Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho também podem tirar suas dúvidas;


Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 24h.
VivaVoz – Ligue pra gente. A gente liga pra você.

0800-5100015 ou 132 - Atendimento: Segunda a sexta, das 8h às 24h.
Fonte: psicoativas.ufcspa.edu.br/vivavoz



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Regime Familiar


Exploração do trabalho da criança e do adolescente


Instrumentos legais nacionais e internacionais relativos ao trabalho infantil excluem da incidência de suas regras proibitivas o trabalho em regime familiar.
Todavia, considerando-se a proteção integral devida à criança e ao adolescente, nesse caso, o trabalho deve-se constituir como tarefas leves, compatíveis com o estágio de desenvolvimento físico e intelectual da criança e do adolescente.
Além disso, precisa ser desenvolvido em companhia e assistido pelos pais, levado a cabo por período breve, sem comprometimento da freqüência e aproveitamento escolar e dos momentos de lazer.
O simples fato de trabalharem com a família não significa que a criança e o adolescente estão a salvo da exploração econômica e dos efeitos nocivos que o trabalho possa trazer ao seu pleno e integral desenvolvimento.
Inúmeros são os casos de exploração econômica de toda a família que, em vista da subvalorização da mão-de-obra adulta e do empobrecimento de toda unidade familiar, acaba envolvendo a criança e o adolescente no processo produtivo.
Servem de exemplo os casos de produção por tarefa ou peça, remunerada proporcionalmente à quantidade produzida e executada no âmbito doméstico. Essa situação configura exploração do trabalho infantil e, como tal, não é admitida pelo ordenamento jurídico, nem deve ser tolerada pela sociedade.
O Ministério Público do Trabalho tem o dever de orientar e esclarecer as famílias sobre suas responsabilidades, agindo imediatamente diante de situações que configurem exploração ou risco para preservar os direitos das crianças e dos adolescentes.

Fonte - www.pgt.mpt.gov.br

 

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Sem ver, mas com gana de aprender



Cresce o número de matrículas de crianças cegas ou com problemas crônicos de visão na última década

Em dez anos, o número de matrículas em escolas públicas de alunos com algum tipo de deficiência visual cresceu 620% no Brasil. Em 1998, eram 8.963 estudantes. Já no ano de 2008, 55.915. Os dados são do Censo Escolar 2008, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2009. O aumento foi acompanhado do melhor preparo das escolas para acolher esses estudantes. Mas, apesar do avanço, ainda há muito a melhorar para que o acesso à educação seja totalmente eficaz. Segundo a supervisora pedagógica do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais de Brasília, Susana Carvalho, o sistema educacional ainda não está preparado para receber um número grande de alunos deficientes visuais. Faltam recursos físicos e humanos, e há a necessidade de se reduzir o número de estudantes nas salas.

Fonte: Correio Braziliense (DF), Luiza Seixas




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Atual geração de crianças pode viver menos que seus pais


Diretora-geral da Organização Mundial da Saúde afirma que essa geração de crianças pode ter expectativa de vida menor que a de seus pais
A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, afirma que essa geração de crianças pode ser a primeira, em muito tempo, com expectativa de vida menor que a de seus pais. Segundo ela, das 35 milhões de mortes anuais por doenças não contagiosas, 40% são prematuras causadas por infarto, diabetes e asma, cada vez mais comuns entre jovens. Segundo Claudia Cozer, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), esta geração está desenvolvendo mais fatores de risco, como a obesidade, hipertensão e diabetes tipo 2. Ela afirma que cerca de 24% das crianças brasileiras estão acima do peso. No mundo, 43 milhões de crianças em idade pré-escolar são obesas ou com sobrepeso, segundo a diretora-geral da OMS.
Fonte: Folha de S. Paulo (SP), Iara Biderman

 

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